sábado, 15 de agosto de 2009
esqueci-me
terça-feira, 4 de agosto de 2009
O Nome da Coisa
Ora, são estes casos meros exemplos de expressões habituais que usamos quase que diariamente, no entanto, existem outros casos, a meu ver mais críticos, que revelam uma certa incapacidade por parte dos indivíduos em admitir ou reconhecer determinada situação e assumir as responsabilidades a elas associadas. Ora vamos lá ver vários exemplos. Comecemos com o acto de namorar. Uns namoram, outros andam, outros curtem, outros são amigos coloridos, outros casam, etc, etc. Então mas afinal não é tudo muito o mesmo? Naturalmente que existem os factores tempo e sentimento como determinantes mas bem vistas as coisas, tudo isto não passam de várias formas de dizer que beltrano naquele momento está envolvido com sincrano. Outro caso interessante de observar é quando o namoro termina. Acabou ou deram o tempo? E quanto tempo é dar um tempo? E que se faz ao fim de um tempo? Diz-se “ ah e tal, adeus”? ou quando se avança para “dar um tempo” é porque queremos acabar mas não queremos ser tão brutos ou rudes? C’um camandro! Se acabou, acabou, se namorou, namorou. Depois há as relações abertas, ou o mesmo que amizades, cujos indivíduos gostam muito um do outro, mas que também gostam de enterrar os bichos em outras freguesias. Se assim é, não é namoro, não é? Ou é? Ai que grande confusão! Antigamente é que era, casava-se para toda a vida e não havia margem para duvidas! Claro que filhos bastardos havia aos pontapés…e ainda bem que os cocheiros e ademais rapazes não conseguem engravidar…senão é que era o elas!
terça-feira, 21 de julho de 2009
domingo, 19 de julho de 2009
Activões
euzinho - sair, ler, gym, musica, filmes, essas cenas e tu?
activão -no sexo
euzinho - ah! nisso! hum, eu gosto de muita coisa e tu?
activão - sou act
euzinho a pensar "ninguem teria reparado pelo nick" - entao nunca levas?
activão - não
euzinho - mamas?
activão - não
euzinho - beijas?
activão - não
euzinho a pensar - fodasse, caralho! mas que fazes tu afinal? e porque ainda dou eu conversa a estes tipos?"
Educações e afins
sábado, 18 de julho de 2009
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quinta-feira, 25 de junho de 2009
into the deep
...às vezes assusto-me comigo próprio...
segunda-feira, 22 de junho de 2009
terça-feira, 9 de junho de 2009
Piada do dia
quinta-feira, 4 de junho de 2009
de namoros e afins
No outro dia, já não sei bem porquê, dei por mim a pensar naquelas pessoas que namoram e que em tom de confissão dizem aos que não namoram “se eu soubesse o que sei hoje não namorava”. Essas mesmas pessoas são aquelas que uma vez solteiras clamam bem alto aos sete ventos “eu agora não quero relações, não quero nada, quero é aproveitar a vida”.
Admito: este tipo de afirmações sempre me deu que pensar uma vez que sempre as recebi com descrença e a cingir o frenho. Ora então querem ver que se namora por obrigação? Se não gosta, não namore, tem muito bom remédio! A meu ver (mas pode ser só impressão minha) quando se namora, gosta-se da pessoa em questão e como tal os momentos partilhados com ela são bons. Ok, pode haver umas discussões pontuais sobre o “tu não me dás a atenção que mereço” ou “ nunca me deixas ser eu o activo” mas isso faz parte da nossa natureza, agora daí a dizerem que mais vale estar solteiro…ou a pessoa possui uma enorme covardia para por um ponto final ou então está a tentar dar uma facadinha na relação. Eu até posso entender que se a relação for longa, a tentação para pular a cerca é grande, é a natureza humana, masculina em particular, querer experimentar novas coisas, cobiçar algo mais que lhe está vedado ( o frango do meu vizinho é sempre melhor que o meu) mas daí a comentar “ ah e tal quem me dera ser solteiro…” sempre me pareceu comentário de quem está de barriga cheia! Se não mesmo a arrotar! (e como aprendi com um amigo meu: cada um arrota por onde come!)
Os autores do segundo comentário também me deram sempre que pensar. Saíram de uma relação, não estão preparados para abraçar outra. Talvez queiram curtir com este ou com aquele, poderem fazer tudo aquilo que não podiam numa relação. E o que é que não podiam fazer numa relação? Foder a torto e a direito com este e aquele? Sim, e mais? … Pausa para reflexões…continuo à espera…ah! Foder a torto e a direito com este e aquele. Pois, é que de facto, mesmo numa relação se podem conhecer novas pessoas e de certa forma flertar com elas, e fazer coisas na cam (para mim essas coisas feitas na net fazem parte de uma realidade que em nada tem a ver com a vida real), alem do mais com uma relação tem-se sempre companhia para sair, para compras, para beber um copo, para passear, para conversar, para partilhar músicas, para comentar isto e aquilo, para desabafar, para pedir dinheiro emprestado, etc e até para fazer menage a trois! Mas, o que mais me dá que pensar em relação aos autores dessas frases prende-se com o facto de, contra a aparente grande vontade de “liberdade” e putice, acabarem por ser sempre os primeiros a envolver-se numa nova relação. Mas que porra hein? Então queriam ou não queriam? Afinal são mais carentes do que julgavam.